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Blog não indicado para pagodeiros
SOBRE "NIRVANA"


Teorias da morte de Kurt Cobain.

TOM GRANT: TEORIAS ou VERDADE?

Tom Grant, é um investigador particular que foi contratado por Courtney Love para localizar Kurt Cobain na manhã de Abril de 1994. Depois de Kurt ser encontrado morto, Grant acreditou que as evidências eram um tanto suspeitas, pouco depois ele começou sua investigação sobre o assassinato. Este resultado está em vários documentos, alguns dos quais você pode ler aqui. Todo material encontrado neste blog pertence a Tom Grant - Copyright 1994-2000.

 

INTRODUÇÃO
Dezembro,1994

O ASSASSINATO DE KURT COBAIN

Resolver um mistério não é sempre um dos trabalhos mais difíceis de um investigador. Romper barreiras de comunicação entre um investigador particular e os policias detetives muitas vezes pode ser impossível. Num Domingo, dia 03 de Abril de 1994, eu fui contrato por Courtney Love com o intuito de localizar seu marido, Kurt Cobain.
Desde a descoberta do copo de Kurt no dia 08 de Abril, na minha investigação continuavam os mistérios com relação a sua morte. Durante a fase inicial desta investigação, erros foram cometidos pela polícia e por mim. Aquilo estava se tornando um caso complicado. As tentativas me fizeram duvidar ou o trabalho me fez enlouquecer de uma maneira que eu preciso dizer. Se aquela tática é tentativa de alguém envolvido diretamente nesse caso, um palavra para o sábio, eu posso fazer alguns roubos e barulhos aqui e ali mas não importa o quanto de dinheiro, poder ou influência você pensar que tem, você será atingido por balas de canhão. Kurt Cobain queria sair. Ele queria sair da turnê, ele queria sair da banda, ele queria sair dos negócios que o estavam pressionando para produzir a música da mídia em vez da dele. Mas Kurt Cobain não quis morrer.
Sem consideração se ouvia um comentário que dizia que Kurt Cobain morreu Domingo à noite, 03 de Abril ou na manhã de Segunda, 04 de Abril. Embora ele ter sido visto no parque local perto do lago no Domingo, 03 de Abril, ninguém alegou tê-lo visto depois das 07:30 Am na Segunda-feira de manhã. Mais informações sobre essa evidência seria cuidadosamente discutida pela mídia.
De qualquer forma duas pessoas sabiam que Kurt foi morto antes e eu estava indo para Seattle a sua procura na Quarta-feira, 06 de Abril.
Ao contrário dos relatórios policiais, a carta não era uma carta suicida.
Não foi escrita para Courtney e Frances. Era uma longa carta detalhada escrita para os fãs de Kurt com um pequeno rodapé pra Frances e Courtney. A carta explicou sua decisão de sair e atuar com a sua banda. Kurt estava deixando Seattle para se encontrar com amigos. Ele queria sair sozinho. Ele não queria ninguém o seguindo incluindo sua mulher. Era disso que a carta falava. Aquilo era TUDO o que a carta dizia. A carta foi escrita por Kurt com a exceção das palavras aderidas que se seguiam: Que vai ser tão mais feliz sem mim. Eu te amo, eu te amo. Aquelas palavras pareciam ter sido escritas por alguém sem o consentimento de Kurt.
Esta foi uma longa e tediosa investigação. Foi também uma situação delicada, ficando num lugar onde eu poderia continuar reunindo informação embora ao mesmo tempo mantinha integridade com respeito a um de meus clientes.
Mantenha seus olhos, orelhas e mentes abertas. Isto não está boiando em volta como uma conspiração especulativa. O caso está sendo provado e aquele envolvido será prosseguido.

POR QUE DEVEMOS NOS CUIDAR COM RELAÇÃO A UM VÍCIO?

Muitos pais e pessoas com mais de 30 anos, não entendem o que é tudo isso. Eles vêem na morte de Kurt um outro alarde falso. Eu provavelmente teria sentido a mesma coisa se não tivesse me tornado tão profundamente envolvido neste caso e nos eventos da morte de Kurt.
Ninguém é mais anti-drogas do que eu. O que muitos pais não entendem é que os jovens não gostam de Kurt por ele ter sido um usuário de drogas. Eles gostam de Kurt devido seu talento e pelo fato que ele foi basicamente uma pessoa honesta que não acreditava em corrupção a qual é freqüentemente trazida por voracidade e a busca do todo poderoso dólar.
Droga é um dos piores problemas do nosso país. É um dos mais perigosos e destrutivos problemas que alguém pode ter.
Mas, droga é também uma violação. Um erro. Uma decisão. Kurt não foi um arrogante quando se tratava do seu vício, mas sim, foi honesto. Ele não gostava da influência negativa que ele passava aos jovens por usar heroína.



 Escrito por Thiago Leal às 12h24
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CONTINUAÇÃO...

Como nós lançamos a flecha da crítica aos usuários de drogas, muitos de nós poder dizer que violamos e merecemos a imperfeição da condenação.
Kurt foi determinado não deixando a mesquinharia controlar sua vida. Ele perdeu alguns combates menores na ocasião devido a pressão de alguns a sua volta. Mas, com violação e tudo, este garoto foi real! Eu cresci admirando Kurt e aprendi mais sobre ele.
Eu fui escrevendo cartas para pessoas jovens as quais me disseram que ficaram deprimidos depois da morte de Kurt e que também consideram um assassinato. Eu realizei muitas pesquisas.
Por favor, não permita que nada influencie você. Todos temos horas difíceis, mas a vida é melhor vivida se você der o melhor de si.
Quando você estiver para baixo, olhe em sua volta. Há sempre alguém pronto para lhe ajudar.

 

 

COURTNEY LOVE
(POR DENTRO)

A personalidade de Courtney pode ser descrita por repórteres e escritores como, extravagante, banal e provocativa. Mas Courtney usa sua aparência de boneca, suas ações e seu às vezes ultrajante procedimento o que demonstra graves problemas psicológicos.
Como um investigador procura por respostas para uma morte misteriosa, eu vi Courtney de diferentes modos.
Eu achei Courtney extremamente inteligente. Ela é também uma psicopata, uma mentirosa e uma oportunista que se aproveita de qualquer pessoa e qualquer situação para promover a si mesma e sua ambição de fama e fortuna.
Não, eu não sou um psicólogo. A condição mental de Courtney é tão óbvia que eu não acredito que alguém no primeiro ano de psicologia não identifique o problema. A mídia pode ver Courtney como uma pessoa que é interessante. Eu vejo Courtney como uma pessoa perigosa.
A especialidade de Courtney está na fantástica habilidade de manipular homens para servir os seus propósitos e servir suas necessidades. Ela muda sua personalidade como um camaleão. Ela está acostumada a se tornar a vítima quando ela é desaprovada. Ela freqüentemente usa sua cara de boneca mais doce e vulnerável enquanto agradavelmente admite, Eu nunca aleguei ser um anjo Courtney pode chorar por um capricho. Ela usa habilidade para ganhar simpatia. Courtney poderá também admitir ser uma mentirosa e oportunista. Ela usa títulos como símbolo de honra, depois usa sua mentira habitual como um álibi!
Esta é uma das mais confusas observações. Ela se justifica com um encolher de ombros, Bem, esta é apenas Courtney!
O que realmente há dentro dessa mente caótica? Escute enquanto Courtney fala. Leia suas entrevistas cuidadosamente. Ela ira dizer a você com suas próprias palavras!
CONVERSA NO TELEFONE COM TOM GRANT
03 de Abril, 1994
Em meu mundo, pessoas são minhas propriedades, então elas não me fodem...
US MAGAZINE
Agosto, 1994
Brilhante, sim, mas uma estrela de rock? Kurt? Não. Ele estava sendo mais famoso do que dois de nós.
Eu finalmente disse, eu não estou na Terra para f--der uma estrela de rock, eu estou aqui para ser uma estrela de rock. Eu me criaria sozinha.
ROLLING STONE
15 de Dezembro, 1994
Meu lema é, Não transe comigo. Na vida real...real, vida real, eu sou supersensitiva.
Minhas vitórias me fazem viver... Mas se você acha que vai me impedir de chegar onde estou chegando, não você não vai.
ENTERTAINMENT WEEKLY
12 de Agosto, 1994
(Uma nota na America Online...para aqueles que ela sente estar tirando proveito da morte de Kurt)...
Eu sou fogo, vocês fodidos... ter medo... ser fodido de medo.



 Escrito por Thiago Leal às 12h20
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AS BRIGAS CONTINUAM!!!!!

Até recentemente, o Nirvana era lembrado por duas coisas. Primeiro, pela revolução musical que provocou no começo dos anos 90, à frente do movimento grunge. Em segundo lugar, pela morte de seu líder, o cantor e compositor Kurt Cobain. Cobain já era um personagem cultuado em vida. Depois de se suicidar com um tiro de espingarda, em 1994, converteu-se definitivamente em ícone de rebeldia e angústia existencial para os adolescentes. Há, contudo, um terceiro evento que também deverá ficar colado ao nome da banda daqui em diante: uma das mais barulhentas e encarniçadas disputas judiciais que o mundo da música já viu. De um lado estão o baixista Krist Novoselic e o baterista Dave Grohl, remanescentes do Nirvana. Do outro, a “cantora” e “atriz” Courtney Love, viúva de Cobain e administradora de seu espólio. O que está em litígio é a maneira de lidar com várias músicas inéditas da banda. A pendenga já se arrasta há algum tempo, mas agora atingiu o ponto máximo de fervura. "Courtney é irracional", disse Novoselic recentemente. Ela retribuiu na mesma moeda: "Krist é um bêbado terminal, que eu quero ver fora da minha vida".

As relações entre esses três satélites do planeta Cobain nunca foram das mais harmoniosas. Apesar disso, depois do suicídio de Cobain eles assinaram um contrato que dá poderes iguais a todos na hora de tomar decisões sobre o legado do Nirvana. Courtney quer rasgar esse contrato. Ela diz que, unidos, Grohl e Novoselic têm desconsiderado suas opiniões e feito asneiras na condução dos negócios. Courtney se enfureceu, por exemplo, com o projeto de ambos de lançar uma caixa de inéditas do Nirvana, contendo músicas muito desiguais: algumas bastante fracas e outras que, trabalhadas de maneira especial, poderiam converter-se em hits. Por enquanto, ela conseguiu embargar a produção da caixa.

Courtney vai ainda mais longe. Seu argumento mais radical diz respeito à própria "essência" do Nirvana. A banda, afirma ela, era Cobain. Os outros não passavam de coadjuvantes (o que não é uma idéia assim tão absurda). Uma prova estaria no fato de Grohl e Novoselic terem concordado em ficar com uma parcela ínfima dos lucros com direitos autorais – cerca de 2% cada um –, a partir de 1992. Quando o Nirvana surgiu, em 1987, o trio dividia esses direitos em partes iguais. Quando o disco Nevermind foi lançado, em 1991, Cobain resolveu virar a mesa. Se os outros não topassem dar-lhe a parte do leão nos lucros, ele liquidaria o grupo. "Kurt tinha cara de maluco, mas era uma pessoa extremamente lúcida. Ele se conscientizou de que era a estrela da banda", diz o crítico americano Jim DeRogatis, que vem acompanhando essa guerra de perto.

Em seu contra-ataque, Grohl e Novoselic afirmam que o Nirvana sempre foi um grupo coeso e que a idéia de que eles fossem apenas figurantes ao lado de Cobain é absurda. Eles procuram ressaltar a (merecida) fama de encrenqueira de Courtney e dizem que ela quer ganhar poder sobre o legado do Nirvana por dois motivos: por dinheiro e para ter uma importante arma de barganha com gravadoras na promoção de seu próprio grupo, o meio decadente Hole. Os dois querem preservar o contrato que assinaram com Courtney e vê-la substituída como administradora do espólio de Cobain.

Uma audiência sobre o caso está marcada para o fim de setembro. Mas é bom ter em mente outros casos semelhantes. A família do guitarrista Jimi Hendrix demorou duas décadas para obter os direitos sobre as obras do artista, que estavam nas mãos de um produtor inescrupuloso. O cantor Bob Marley, vitimado por um câncer em maio de 1981, não deixou testamento. Seus herdeiros e ex-companheiros de banda largaram o discurso pacifista do astro do reggae e se engajaram numa luta que durou dez anos. A se levar em conta a raiva de Courtney, Grohl e Novoselic, nós fãs do Nirvana, teremos de esperar um bom tempo para ouvir as canções inéditas do grupo.

 Escrito por Thiago Leal às 11h46
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Mais pesado que o céu: Coisa de Cinema.

O canal televisivo americano Warner Bros adquiriu os direitos do livro “Mais Pesado que o Céu: Uma Biografia de Kurt Cobain”, de Charles Cross, e vai transformar a vida do falecido líder do Nirvana em filme, a estrear só no ano que vem. Até o momento, ainda não se sabe quem vai protagonizar ou dirigir o longa. O único nome divulgado é o do roteirista, Robert Munic, figura que também atua e dirige, em geral trabalhos para a televisão.

O filme vai contar a trajetória de Kurt Cobain desde sua adolescência problemática até a chegada ao estrelato e a explosão do grunge. O convívio de Cobain com a depressão, as drogas e com a indomável Courtney Love devem dar a tônica da parte relacionada à vida adulta do cantor.

Segundo a WB, o longa alertará para os problemas da depressão. “Nós podemos fazer isso sem parecer que estamos pregando”, disse Tana Nugent Jamieson, vice-presidente sênior da emissora. “O dia em que Kurt Cobain morreu foi o dia em que a música morreu para uma geração. A história dele é perfeita para nossa audiência”, acrescentou. De acordo com Robert Munic, o filme não será uma “biografia normal” e terá narrativa não-linear.



 Escrito por Thiago Leal às 17h35
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RESULTADO DO LEILÃO DA GUITARRA DE COBAIN!!!!

A guitarra que pertenceu a Kurt Cobain, conforme já aviamos adiantado, foi vendida por US$ 117,5 mil (cerca de R$ 342 mil reais) em um leilão ocorrido, na sede da Heritage Galleries em Dallas, Texas. O instrumento, tido como o único modelo “vivo” de uma Mosrite Gospel Mark IV, dos anos 60, foi comprado pelo falecido líder no Nirvana em 1990 e adaptada para que Kurt pudesse tocá-la, já que o gênio do grunge era canhoto.

Ele vendeu a guitarra dois anos depois. Trata-se do primeiro instrumento que pertenceu a Kurt a ser leiloado após sua morte. O leilão disponibilizou para venda aproximadamente 1,7 mil objetos que passaram pelas mãos de estrelas do rock.



 Escrito por Thiago Leal às 16h35
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Jack Endino fala de Kurt Cobain!!!

Velho conhecido dos brasileiros por ter produzido álbuns dos Titãs como "Titanomaquia" (1993) e "A Melhor Banda de Todos os Tempos da Última Semana" (2001), Jack Endino é uma espécie de mito do rock dos anos 90. Além de ter trabalhado com bandas fundamentais para a consolidação da sonoridade grunge, como Mudhoney, Soundgarden e Screaming Trees, ele produziu o primeiro disco da mais famosa dentre elas – "Bleach", lançado pelo Nirvana em 1989.

Na semana em que se prestam tributos diversos aos 10 anos da morte de Kurt Cobain, Endino não poderia ficar de fora. Cansado do assédio de jornalistas do mundo inteiro, ele resolveu publicar por conta própria texto em seu site (endino.com) sob o título "Reflexões sobre Kurt Cobain, 10 anos depois", no qual fala sobre o falecido cantor.

"Kurt era um doce comigo e com todo mundo que eu conheço. Não acho que ele tivesse sequer um osso maldoso em seu corpo. Sim, ele era extra-dotado musicalmente e seu fim foi trágico. Fiquei bem chocado com o jeito que ele morreu, me abalou por um tempo", diz Endino.

Em outro trecho, ele comemora o fato da música de Cobain ter deixado sua semente: "Estou feliz pelas grandes pessoas, os sobreviventes que AINDA ESTÃO AQUI, ainda fazendo música. Obrigado a Mudhoney, Melvins, Pearl Jam, Gas Huffer, The Accused, Walkabouts, Fitz Of Depression, Presidents Of The USA, Young Fresh Fellows, Fallouts, Posies e Zeke por terem passado por aqueles anos loucos e ainda estarem fazendo música".



 Escrito por Thiago Leal às 12h16
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10 ANOS SEM KURT DONALD COBAIN.

Parece que foi ontem, mas já se passaram mais de dez anos desde que um sujeito franzino e aparentemente inofensivo surgiu repentinamente, tomando o rock de assalto e revolucionando o gênero. É ainda mais difícil de acreditar que Kurt Cobain tenha acabado com a própria vida pouco tempo depois, no dia 5 de abril de 1994. Entupido de heroína e com um tiro na cabeça, seu corpo só foi encontrado três dias depois, ao lado de uma carta de despedida. Foi-se o músico, nasceu o mito. Cobain, um compositor notável, conseguiu expressar os sentimentos de uma geração perdida e apática, tornando-se o maior nome do rock dos últimos tempos. Mas afinal, o que o líder do Nirvana tinha de tão atraente? Por que o conjunto ainda é tão importante? O Nirvana era diferente de tudo, pois mesmo sendo gigante se comportava como uma banda de bar, especialmente o Kurt. Kurt foi a principal influência de uma geração e modelo de como agir, mostrando que qualquer garoto tocando numa garagem podia chegar ao topo. Ficaram conhecidos pela quebradeira de equipamentos e por serem completamente imprevisíveis. Quando 'Nevermind' saiu, foi um impacto absurdo e os shows eram insanos, pois a energia era incrível e a platéia ficava em transe. O Nirvana foi a mistura perfeita de rock pesado, punk e pop, que conseguiu atingir e agradar a todos. A influência do Nirvana transformou os anos 90 e foi muito além da música. O grupo acabou com a divisão que havia entre o mainstream e o alternativo. E mesmo em outras áreas, mostrou que era possível tirar do gueto a cultura alternativa e até formas de comportamento. A banda transformou o cenário pop de uma maneira que permanece até hoje.

10 anos sem Cobain, 10 anos sem a euforia dos velhos tempos, Cobain sem dúvida foi responsável por uma nova estética que mudou a indústria cultural, inviabilizando o termo "rock star" e o rock cheio de excessos que dominou as paradas nos anos 80. Era chegada a hora de temas angustiantes e sensíveis.

 

 

ATENÇÃO: LANÇADO NOS ESTADOS UNIDOS, OUTRO LIVRO SOBRE O POSSÍVEL ASSASSINATO DE COBAIN, CUJO A PRINCIPAL SUSPEITA SERIA A VIÚVA DE COBAIN, COURTNEY LOVE. O LIVRO PROMETE MUITAS SURPRESAS E REVELAÇÕES, VAMOS AGUARDAR.

OBRIGADO PESSOAL PELAS CONSTANTES VISITAS E COMENTÁRIOS.

 Escrito por Thiago Leal às 09h55
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SOBRE AS INÉDITAS DO NIRVANA!!!

A julgar pelo grande sucesso obtido pelo Nirvana, mesmo considerando que a banda teve uma duração curta, é razoável imaginar que o grupo produziu mais material, gravou muitas músicas a mais do que aquelas que chegaram ao conhecimento público através dos álbuns de estúdio Bleach (junho/1989), Nevermind (setembro/1991), Incesticide (desembro/1992) e In Utero (setembro/1993). Deveria haver, durante o tempo em que estiveram ativos, determinação para que gravassem tudo que pudessem, para aproveitar a boa fase artística do grupo e, também, a sua extraordinária aceitação popular, acontecida após a edição do álbum Nevermind.
      Depois da morte de Kurt Cobain em abril de 1994 e a conseqüente  dissolução do Nirvana, teve início uma verdadeira batalha judicial pelo legado deixado pela banda, que se arrasta até hoje. São disputas que envolvem várias ações legais movidas por Krist Novoselic, Dave Grohl (os músicos remanescentes do Nirvana) e Courtney Love (a viúva de Cobain), uns contra os outros e contra as gravadoras que aclamam ter direitos sobre as obras da banda.
      Ano após ano, enquanto o mercado vai ficando saturado de discos piratas do Nirvana, com material inédito, porém de qualidade inferior, gravados ao vivo e em estúdio, os fãs vão ficando frustrados diante da expectativa de se lançar finalmente a obra inédita do Nirvana com a qualidade técnica merecida, pois as datas de edição vão sendo seguidamente postergadas, em razão das questões legais. Setembro de 2001 seria uma excelente data para se editar o prometido "box set", a prometida caixa com material inédito da banda, pois naquele mês se comemorou o décimo aniversário da edição de Nevermind, um dos melhores e mais importantes álbuns da história do rock - porém, depois de marcado com a antecedência de quase um ano, o lançamento acabou adiado. Pergunta-se quanto material inédito existe além do que seria editado no box set, pois o inventário completo, se chegou a ser feito, jamais foi divulgado.
     O que dá boas esperanças que esse material venha à tona um dia é que as principais pessoas envolvidas nas disputas judiciais - Courtney Love, Chris Novoselic e Dave Grohl - estão de acordo que os fãs tenham acesso à música inédita do Nirvana, guardadas em cerca de 120 fitas, consistindo de demos, faixas gravadas ao vivo, músicas de Kurt feita com outros artistas e versões alternativas.
      Há, porém, questões que parecem longe de serem resolvidas para a edição das obras inéditas: há dúvidas em relação à determinação das parcerias dos autores, à participação de músicos de estúdio que tocaram nas sessões das gravações das músicas e até sobre a própria autoria de várias músicas. Os interesses da Universal Music Group, que detém os direitos das obras da banda, são questionados judicialmente, enquanto Courtney tenta liberar o hole (sua própria banda) do contrato fechado há anos com a mesma Universal.
      A julgar pela intensa movimentação em torno do legado do Nirvana - de Kurt Cobain, na verdade -, que inclui a participação ativa da imprensa, divulgando cada lance da disputa, a prometida edição do "inédito", quando vai sair, vai despertar uma nova onda de popularidade do Nirvana, talvez conquistando mais fãs entre as pessoas mais jovens que apenas conhecem a lendária banda de Seattle através dos clipes e especiais que são continuamente reexibidos na TV. Agora, é só esperar e ver o que vai acontecer.



 Escrito por Thiago Leal às 10h30
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LEILÃO DA GUITARRA DE KURT COBAIN!!!

O único exemplar conhecido de guitarra Mosrite Gospel Mark IV modificada para ser tocada por um canhoto está sendo leiloada. Até aí, ela é uma relíquia. E se ela tiver pertencido a um dos grandes gênios do rock mundial? Pois ela pertenceu a Kurt Cobain, para ser mais específico. O músico comprou o instrumento em San Francisco, em 1990, e a vendeu em 1992.

Além da guitarra, o felizardo (e abonado) que garantir a última martelada, leva o case que pertenceu ao gênio, que possui as inscrições "NIRVANA" e "Fuck Elvis" grafadas em tinta branca.

O leilão, a ser realizado em Dallas, Texas, EUA.

 Escrito por Thiago Leal às 15h22
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  • O Nirvana teve diversas formações, mas onde mudou foi na bateria. Muitos músicos passaram pelo instrumento até a chegada de Dave Grohl. Um deles inclusive deixou a banda por ter perdido os dedos acidentalmente, com uma serra elétrica, cortando uma árvore.

  • Kurt queria chamar o disco "In Utero" de "I Hate Myself and Want to Die", ou seja, "Eu me odeio e quero morrer".

  • A viúva de Kurt, a cantora e atriz Courtney Love, mandou demolir a garagem da casa de campo onde o corpo de Kurt foi encontrado.

  • Os jornais afirma que Kurt morreu no dia 5 de abril de 1994, mas sua mãe diz ter recebido um telefonema do filho na noite do dia 6 de abril. O corpo só foi encontrado no dia 8.

  • No começo da carreira do Nirvana, a mãe de Kurt não gostava nada de suas companhias e não o deixava dormir em casa.

  • Existem muitas pessoas que acreditam que Kurt Cobain não se matou, foi assassinado. Courtney Love é tida por pessoas como mandante do crime.

  • Quando o Nirvana foi gravar o acústico para a MTV, Kurt pediu ao diretor do progama que enchesse o palco de velas e flores. Advertido de que o cenário iria ficar parecendo um funeral, Kurt replicou que era exatamente essa a idéia.

  • Kurt não sabia da existência do desodorante Teen Spirit quando escreveu "Smells Like Teen Spirit". Uma amiga certa vez disse que ele fedia como o tal desodorante, e Kurt achou legal a frase e escreveu o maior sucesso grunge.



 Escrito por Thiago Leal às 11h44
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LIVE TONIGHT SOLD OUT!!!

Krist Novoselic sobe ao palco e fala que Kurt Cobain já está vindo. Mas o baixista avisa que ele não anda bem, e vai precisar da ajuda do público. O guitarrista aparece numa cadeira de rodas, vestindo um jaleco branco e usando uma peruca. Ele se levanta com dificuldade e canta um trecho de "The Rose", canção de Bette Midler. De forma misteriosa ele cai, para logo depois se levantar e, rindo de sua própria piada, começar o show pra valer.

O clássico Live! Tonight! Sold Out!, mostra o humor, a ironia e o carisma do Nirvana. A cena acima, protagonizada no Reading Festival de 1992, era a maneira bem-humorada de Kurt responder à mídia, que na época o acusava de viciado e especulava cada vez mais sobre seu estado de saúde. Esperto como poucos, o músico conseguia manipular a visão do público e até mesmo de parte da imprensa sobre suas reais condições físicas e mentais, que realmente eram precárias, como tristemente todos acabaram confirmando alguns anos mais tarde.

Longe das superproduções visuais que aparecem todo dia, Live... é absolutamente direto, com uma edição nada rebuscada. Originalmente lançado em VHS no longínquo 15 de novembro de 1994, o vídeo traz momentos incendiários (sim, uma citação a Almost Famous) do trio de Seattle. A direção de Kevin Kerslake, que trabalhou em videoclips do Nirvana como "In Bloom", pouco interfere no desejo maior de Cobain, o verdadeiro idealizador da fita. Tudo bem que Kurt já estava morto quando o vídeo foi lançado, mas é clara a participação do músico na escolha dos trechos a serem utilizados.

Seja nas declarações nonsense, típicas da banda em várias entrevistas, seja no discurso anti-comercialismo, como no trecho onde o trio detona o Extreme (alguém ainda lembra deles?), pode-se perceber o dedo de Cobain e seu idealismo punk. Também não faltam trechos mostrando a idiotia de parte da mídia, que tratava a banda como uma coisa qualquer, sem os diferenciar de artistas como Michael Bolton ou sejá lá qual cantor estivesse em alta na época.

Certamente o lado documental do vídeo é extremamente parcial, já que eles mesmos produziram a fita. Mas os trechos de shows são definitivamente tudo, menos desonestos: mostram tanto a banda em momentos impecáveis, quanto em desastrosas tentativas de afinar seus instrumentos e demonstrações de desleixo gratuito em relação às próprias canções. Num show na Holanda, em 1991, Kurt tenta afinar a guitarra para tocar "Come As You Are". Não conseguindo, começa a tocar a canção assim mesmo. O baixo, em outro tom, leva a música adiante, enquanto Kurt desiste de acompanhar e arranha seu instrumento sem muita preocupação, desafinando propositalmente também os vocais. Para compensar, há um dos maiores momentos do Nirvana no palco, no já citado Reading Festival de 92, quando as milhares de almas presentes entoaram junto com a banda o clássico "Lithium".

E ainda tem apresentações barulhentas em programas de TV, como a do Top Of The Pops, da Inglaterra, Kurt levando porrada no Texas por dar uma guitarrada num roadie, a cisma da banda em não tocar "Smells Like Teen Spirit", trechos de entrevistas da MTV Brasil e tantos outros momentos dos polêmicos shows do grupo no Hollywood Rock, em 1993.

 Escrito por Thiago Leal às 17h27
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Dave Grohl fala sobre Kurt Cobain!!!

Dave Grohl abaixou a guarda em uma entrevista para a revista inglesa Kerrang! E falou sobre seu ex-parceiro de Nirvana, o vocalista Kurt Cobain. No passado, ele sempre evitou esse assunto em suas entrevistas, principalmente quando a intenção era que ele comentasse a morte de Kurt. “Eu estava em uma banda que estava vendendo milhões de discos, mas ainda poderia ir a um show que ninguém realmente me reconheceria. Acho que para alguém como Kurt, em que milhões de garotos sofridos se espelhavam, era difícil tocar a vida normalmente. E passando por toda essa experiência, vendo o que ele estava atravessando e estando no extremo exatamente oposto dessa situação, vivendo em completo anonimato, felizmente pude dar um passo atrás e localizar as armadilhas”, declarou Dave. Nesta mesma entrevista, ele também revelou que andou trabalhando com Lemmy do Motorhead e com Lee Dorian, do Cathedral.

Dave Grohl



 Escrito por Thiago Leal às 15h37
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COMO TUDO COMEÇOU!!!

O embrião do Nirvana foi formado quando Kurt Cobain conheceu Krist Novoselic (que na época era apenas Chris) Novoselic através da banda punk The Melvins, de Aberdeen. Porém, até alcançar estrelato com a formação definitiva do Nirvana, os 2 fizeram parte de muitas bandas e tocaram com inúmeros músicos. Veja a seguir quais foram elas e quem foram eles.

FECAL MATTER
Kurt Cobain - Guitarra / Vocais
Dale Crover - Baixo
Greg Hokanson - Bateria
Mike Dillard - Bateria

BROWN COW
Buzz Osborne - Baixo (mudou para o The Melvins)
Dale Crover - Bateria (mudou para o The Melvins)
Kurt Cobain - Guitarra / Vocais

STIFF WOODIES
Krist - Vocais / Guitarra / Baixo
Kurt - Bateria

THE SELLOUTS
Steve Newman - Baixo (perdeu os dedos com uma serra elétrica)
Kurt Cobain - Bateria
Krist - Guitarra / Vocais
(nome desconhecido)
Kurt - Guitarra / Vocais
Krist - Baixo
Bob McFadden - Bateria

SKID ROW
Aaron Burckhard - Bateria
Kurt - Guitarra
Krist - Baixo
(essa banda também adotou os seguintes nomes, em ordem conológica: Ted Ed Fred, Bliss, Throat Oyster, Pen Cap Chew, Windowpane)

NIRVANA
Kurt - Guitarra / Vocais
Krist - Baixo
Bateristas:
Aaron Burckhard (de 1985 até 1986. Atualmente no Attica)
Chad Channing (de 1986 até 1990. Atualmente no The Fire Ants)
Dave Foster (1988. Paradeiro desconhecido.)
Dale Crover (1988. Paradeiro desconhecido.)
Danny Peters (1990. Atualmente no Mudhoney.)
Dave Grohl (de 1990 até o fim da banda. Atualmente no Foo Fighters)
Guitarristas:
Jason Everman (1989. Atualmente no Mindfunk.)
John Duncan (1993. Atualmente no The Exploited.)
Pat Smear (de 1993 até o fim da banda. Paradeiro desconhecido.)



 Escrito por Thiago Leal às 15h09
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KURT em quadrinhos!

Uma história em quadrinhos contando toda a trajetória do líder do Nirvana. Essa será uma das homenagens programadas para 2004, quando se completarão 10 anos do suicídio do vocalista e guitarrista Kurt Donald Cobain. Intitulada “Godspeed: The Kurt Cobain Graphic”, a biografia em forma de HQ passa por todos os períodos da vida do músico, incluindo seus problemas com drogas e o conturbado casamento com Courtney Love.

O autor da obra é Barnaby Legg e mais informações podem ser conferidas no site oficial da editora, clicando nesse link: http://www.flameboycomics.com/



 Escrito por Thiago Leal às 17h32
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A PASSAGEM DO NIRVANA NO BRASIL!!!

A passagem do Nirvana no Brasil não foi o que muitos esperavam. Aqui está o que aconteceu no Hollywood Rock que segundo algumas pessoas foi um desastre. Este texto foi tirado da revista "Graphic Book". O ano de 1992 não tinha nem terminado, e o maior comentário entre os jovens era um só: o show do Nirvana, que aconteceu em janeiro do ano seguinte. Era época de Hollywood Rock, e o grunge dominava o país. Por onde fosse, era quase impossívelk não topar com alguém, principalmente adolescentes, festindo uma camisa de flanela e uma camiseta de alguma banda de Seattle. E a camiseta que mais se via era a do Nirvana. Aproveitando as incriveis vendas que "Nevermind" alcansava no Brasil, e embarcando totalmente na onda do grunge, a organização do Hollywood Rock preparou o festival dos sonhos da galera grunge: as atrações principais eram Alice in Chains, L7, Red Hot Chilli Peppers e o maior fenômeno grunge do anos 90: o Nirvana. Os ingressos foram disputados a tapa. Na noite do show, o estádio do Morumbi estava lotado de camisas de flanela, todas esperando seu ídolo maior pisar no palco. Kurt ja estava aporntando mil euma em sua passagem pelo Brasil, e todos estavam loucos pelo show. Acontece que o Nirvana ja não era mais o mesmo. Kurt ja estava casado com Courtney Love, e se afundava cada vez mais nas drogas. A banda que nunca ligou para o sucesso parecia que tambem não ligava para a vida. Kurt ja começava a descer a ladeira. Quando os três subiram no palco do Morumbi, tinham status de celebridades, e eram tratados como o maior nome do rock naqueles dias. Kurt, visivelmente chapado com alguma coisa muito forte, mal conseguia cantar, e errava praticamente todas as notas. Chris só dava risada, e não se esforçava nem um pouco em corrigir as barbaridades musicais que o companheiro estava cometendo. O único que parecia um pouco mais interessado em tocar alguma coisa era Dave Grohl, que espancava furiosamente sua bateria. A banda chegou até a chamar Flea, o baixista do Red Hot Chilli Peppers para fazer um solo de trompete durante "Smells Like Teen Spirit". Mas o cúmulo foi quando a banda resolveu trocar de posições: Kurt foi tocar bateria, Dave foi cantar e Krist pegou a guitarra. A banda então resolveu assassinar uma série de músicas com "Should I Stay Or Showld I Go" do The Clash. SImplesmente horrível. O resultado não podia ser outro: lá pelo meio do show, muita gente ja tinha deixado o local.Foi então que Kurt resolveu começar o que todos esperavam: a destruição sistemática do equipamento. Pobres guitarras e amplificadores. Não sobou nada em tacto perante a fúria do quase insano Cobain. Não teve Bis, e nem dava, com o equipamento destruído. Teve gente que adorou o show, venerando a "atitude grunge" de Kurt. Mas musicamente falando, a banda ja começava a fazer a curva descendente que culminaria com a morte de Cobain. O Brasil assistiu ao início do fim.



 Escrito por Thiago Leal às 17h10
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